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BB promove plantios de mudas no Brasil Open

O Brasil Open 2008 "pagou" a sua conta com a natureza. Durante os dez dias de realização do torneio, 500 árvores foram plantadas para compensar a emissão de gases de efeito estufa. Neste sábado, 16, o vice-presidente de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Socioambiental do Banco do Brasil, Luiz Oswaldo Sant'Iago Moreira e os dois maiores tenistas brasileiros da história, Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno, estiveram juntos no complexo turístico da Costa do Sauípe, litoral norte da Bahia, para semear mudas que simbolizam e materializam a preocupação do evento com a questão ambiental.

Para Luiz Oswaldo,  a ação é mais que um ato de cidadania. "A questão de sustentabilidade do planeta é de suma importância e as pessoas estão tomando consciência de que é preciso preservar a natureza. A gente espera dar uma grande contribuição à mudança da sociedade brasileira e à mudança da qualidade de vida das pessoas que moram neste país."

"Dizem que você precisa ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore. A árvore eu já plantei, os outros dois serão um pouco difíceis de conseguir agora", brincou Guga, após plantar um exemplar de Ibiruçu. "A previsão é de que ela esteja com 1,50m daqui um ano, mas coloquei um adubo especial e espero que a árvore esteja maior que o Marcelo Melo", emendou sobre o mineiro, finalista de duplas do Brasil Open 2008, que é um dos mais altos do circuito profissional com seus 2,03m de altura.

Mais sério, Guga enfatizou a relevância da preocupação ambiental. "É importante passar essa consciência para as pessoas. A gente nota que há uma comoção com relação à preservação da natureza em todo o mundo e sobre isso há um significado ainda maior aqui no Brasil Open. Tomara que isso contagie muita gente e sirva de exemplo", completou ele, que teve a companhia de Melo, do irmão Rafael, da mãe Alice e da atriz Karina Bacchi.

Segundo estimativa preliminar do Instituto Totum, de acordo com dados do evento, a emissão de gases do Brasil Open atingem a marca de 500 toneladas de CO2. O Instituto Totum mantém um consultor acompanhando o torneio para a medição. Estão sendo analisados o consumo de combustível dos geradores, o número de viagens aéreas dos jogadores e equipes, deslocamento dos participantes, gastos com energia elétrica e gás, geração de lixo e todas as demais fontes de emissão de gases.

Para neutralizar essa agressão ao meio-ambiente, foi estimada a necessidade do plantio de 2.000 árvores. Um quarto da quantia foi plantado e o restante será completado nos próximos dias. Contratada para a asseguração do Programa de Neutralização de Emissão de Carbono, a Pricewaterhouse Coopers acompanhou e aprovou oficialmente a ação.

"Foram utilizadas 12 espécies, sendo que três delas, o Ibiruçu, o Camaçari e o Pau Frade, não existiam mais e foram trazidos para o complexo turístico da Costa do Sauípe", revelou a agrônoma Rosi Pires.

O presidente da Sauípe S/A, Alexandre Zubaran, ratificou a preocupação do empreendimento com a sustentabilidade. "Temos práticas sócio-ambientais consolidadas. O que fizemos agora foi unir as práticas em torno do evento e resolvemos compensar o impacto através do plantio", explicou.

Fernando von Oertzen, diretor do torneio, comemorou o sucesso da iniciativa. "O Brasil Open foi o primeiro torneio de tênis da história do circuito profissional a ter ações voltadas para a sustentabilidade. O resultado foi além das expectativas. A participação de todas as pessoas foi espontânea e as ações trarão ganhos significativos para o meio-ambiente."


fonte: Site Banco do Brasil
Data: 17/02/2008

 

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